Maracatu Rural na TV Câmara – por Rodrigo Pires
Vídeo exibido na TV Câmara, em 2005 que mostra um pedaço de meu trabalho com o maracatu rural de Nazaré da Mata e Aliança, zona da mata de Pernambuco.
Vídeo exibido na TV Câmara, em 2005 que mostra um pedaço de meu trabalho com o maracatu rural de Nazaré da Mata e Aliança, zona da mata de Pernambuco.
Desde a década de 80 vem ocorrendo uma enorme expansão da linguagem fotográfica em diversas áreas, seja no mercado editorial, seja em nosso dia-a-dia através da forte presença da imagem enquanto comunicação de massa neste final de século, e também se reflete de maneira intensa nos trabalhos realizados pelas ciências humanas, com um número cada vez maior de antropólogos, sociólogos, historiadores e outros, que se utilizam de iconografias, fotografias, filmes e vídeos, como tema, fonte documental, instrumento, produto de pesquisa e ainda como veículo de intervenção político-cultural.
“A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objeto ou sujeito, constroi-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história, cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de lê-Ias”. Ivan Lima
A pequena caixa de madeira criada por Louis Mande Daguerre, em 1839, conseguiu realizar um sonho desejado há milênios: a reprodução do real e o poder de eternizar momentos pretéritos.
De todas as manifestações artísticas, a fotografia foi a primeira a surgir dentro do sistema industrial. Pode-se afirmar que a fotografia não poderia existir como a conhecemos, sem o advento da indústria. Por esse motivo, a fotografia era vista como um “produto industrial” segundo o pintor Ingres que também disse: “a fotografia é melhor que o desenho, mas não é preciso dizê-lo”.
Esse “me ufano” está na minha cabeça há muito tempo, mas confesso que não lembro de onde veio, se não me engano era uma coluna de algum crítico de arte da Gazeta Mercantil.
Quando recebi estas fotos, tive uma boa sensação de morar no Brasil. Não porque nos divertimos na desgraça, mas é porque não nos deprimimos na desgraça.
Certa vez um amigo cafusú ou fera como queiram, soube que eu estava “meio deprê” na época em que eu morava no Cerradão, pegou meu copo de cerveja, encheu e disse: “Que danado de depressão rapaz, eu tenho depressão quando tenho dor de barriga, fico de cara feia sempre!” e não se deu por satisfeito, simulou na cadeira do boteco uma privada, segurando a barriga e fazendo cara de diarréia (que nome lindo não?)
Em homenagem a este amigo “Fera” e a Edmilson Delírio, que me confidenciou certa vez: “rapaz, eu não saio daqui por nada, pra que ir pra Europa? Pra comer uma banana uma vez por mês? Porra nenhuma, aqui eu compro um cacho por dez reais!”, segue as fotos:





Já rolou este mp3 há muito tempo na rede e eu deixei passar batido, mas agora vai e com foto da tríade criadora do manifesto Manguebeat: Chico Science, Renato “L” e Fred 04.

O cara que diz ser o criador se chama João Higino, tem uns vídeos dele no youtube e pra achar é só digitar o nome dele que tem uns 3 vídeos com ele dedilhando uma guitarra. Pelo nível das composições e a intimidade com o instrumento, avalie o que ele argumenta sobre a criação do movimento.
[podcast]http://studiosetemeia.com/blog/wp-content/uploads/higino.mp3[/podcast]
A partir de hoje vou disponibilizar alguns trabalhos de conclusão de curso de ex-alunos. O primeiro é de Natália Borges, aluna do curso de jornalismo da FACITEC, em Brasília.
O interessante é ver o feeling da aluna ao criar uma publicação impressa, algo que está se tornando raro com as novas tecnologias, bem como criar uma revista de Fotografia, coisa complicada no contexto mercadológico.
O número 1 da revista fala de fotojornalismo, foto de eventos, antropologia visual, historia da fotografia e ainda um espaço para fotografia do leitor. Para obtê-la em PDF, clique no link abaixo e faça o download do arquivo.